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Mostrando postagens de Maio, 2020

Preto Velho e a liberdade

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Preto Velho e a liberdade
Libertar do cativeiro, nos tempos da escravidão, não foi fácil. Foi um processo. Envolveu muita gente dita de bem e respeitável, afrontou interesses, mas, de alguma forma, atendeu à interesses velados, tramados nas sombras porque o cativeiro, embora abolido, voltaria revestido de "trabalho remunerado".
E as pessoas, escravizadas, agora "libertas", por lei, perambularam pelas ruas enfrentando toda a sorte de dificuldades, tempos difíceis, doloridos, parecia que a chibata nunca seria abolida junto com a escravidão.
Muita gente passou fome, humilhação. Alguns até quiseram voltar ao cativeiro porque não se sentiam livres. Falta de amparo, socorro, continuou a manter o negro à margem literalmente. Mesmo os que, pela mistura, aparentavam brancura, sofreram a discriminação, o abandono. Mães com seus bebês, velhos, jovens, todos livres, mas, sempre escravos, recebiam alguns trocados pelo trabalho duro e não menos cruel do que nos tempos da escravidão.

O que herdamos dos Orixás em nossa personalidade

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OXALÁ  Magnetizador ou Cristalizador.  No positivo: Amorosos, alegres, compenetrados em tudo o que fazem. Emocionam-se facilmente, compadecem-se com o sofrimento alheio e acreditam em todos. São persistentes.  No negativo: São ranzinzas, briguentos, frios, perversos, perigosos, agressivos e vaidosos.  Apreciam: Festas, reuniões calorosas, passeios, a boa mesa, roupas da moda e a companhia de pessoas alegres e leais, mulheres inteligentes e decididas.  Não apreciam: Pessoas falsas, emotivas, arrivistas, roupas conservadoras, conversas chulas, trabalhos pesados, recintos fechados, horários rígidos e comidas picantes.  Regente: Sol  Número: 1 Obs.: São solares e geniosos.
OYÁ (tempo) par de Oxalá Desmagnetizador ou Temporal.  No positivo: Simpáticas, discretas, silenciosas, observadoras, amigas e conselheiras, emotivas, mas guardam suas emoções para si ao invés de exterioriza-las, lutadoras e muito sinceras.  No negativo: Retraídas, ciumentas, possessivas, evasivas, fugidias, descrentes, desconfiad…

Yemanjá e Omulu - Orixás da Geração e outras formas de representação (culturas diversas )

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Yemanjá e Omulu - Orixás da Geração  e outras formas de representação (culturas diversas )
Yemanjá, Tétis, Hera, Nereidas, Sereias Gregas, Parvati, Aditi, Danu, Moruadh, Mut, Aruru, Namur, Belet Ili, Nanshe, Frigga, Belat, Coatlicue, Yngona, mama Cocha, Moruadh, Mariamma, Marah, Derketo, Mari Ama, Ilmatar, Annawan, Bachue, Tiamat. 
Yemanjá — Divindade de Umbanda, é o Trono Feminino da Geração, irradia geração o tempo todo de forma passiva não forçando ninguém a gerar ou criar, mas sustentando a todos que buscam “dar vida” e criar. 
Fator gerador ou “criacionista”. Elemento água, presente no Mar. Sua cor é o azul-claro. É a senhora da geração da criatividade. Podemos dizer que uma de suas qualidades mais marcante é a de mãe Tétis — Divindade grega, forma com Oceano um casal de Titãs, filhos de Urano e Geia, são as primeiras Divindades Marinhas sendo a maioria dos outros “deuses” e “deusas” do mar seus descendentes. Logo Tétis a titãneida é a primeira das Mães do Mar, das águas primordiais…