Postagens

Mostrando postagens de Setembro, 2021

Trecho da obra "Maria Baiana e a Umbanda"

Imagem
  Maria Baiana e a Umbanda Nasci Maria da Conceição por devoção de meus pais carnais, que me criaram no Terreiro com muito axé e esmero. Desde o ventre, ouvia os sons da fé de acordes harmônicos que me embalavam, sons que me acompanharam pela vida que tive de deixar por conta de doença estranha ao entrar na fase adulta, antes de desabrochar como mulher. Meus pais e toda a comunidade sofreram com a minha partida, só eu não, apesar da saudade e de ter “deixado” noivo à beira do altar. Eu não sofri como eles estavam sofrendo. Eu entendi que essa era a minha hora e que não mais poderia me demorar, pois quando voltei para cá, para minha casa verdadeira, é que pude me sentir em paz. Fui recebida com muita alegria pelos meus que aqui estavam e por algumas entidades que muito eu respeitava como filha de santo e de pais de santo carnais. Ao encontrá-los, a emoção do abraço foi indescritível, eu estava muito feliz por voltar, porém, os que havia deixado sofriam demais. Foi lindo voltar! Eles me

Amalá set/2021 (Casa do Vô)

Imagem
 

Amalás de Agosto (Casa do Vô)

Imagem
 

CABOCLO TABAJARA

Imagem
Hoje, voltou à minha memória, o tempo em que o Caboclo Tabajara me "reprogramou" para a Umbanda por ter-me "afastado", a fim de cumprir aprendizado na escola espírita. Foram meses e hoje, ciente e consciente sobre tudo o que com ele aprendi, publicamente o saúdo e agradeço: Pai Tabajara, obrigada! Pai Morimbatá! Muito obrigada ao senhor também, por ter-me acolhido, orientado e fortalecido na Lei Maior de Umbanda. De coração, a esses guerreiros de Xangô, e a Pai Guaracy, é claro, agradeço! Anna Pon CABOCLO TABAJARA A missão de Tabajara, junto ao Brasil, começou com a sua vinda para a Amazônia, reencarnado como descendente dos Incas. Seguindo previsão espiritual dada aos Imperadores Incas (história relatada no livro E O Sol Brilhou, da Cabocla Rosa de Jurema através da médium Maria de Lourdes Poyares Labuto), o filho primogênito teria que, aos quinze anos, partir para encontrar seu destino, fundando um novo agrupamento humano. Desde cedo foi Chimovita (este era o nome