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Mostrando postagens de Novembro, 2010

O amor e suas dimensões

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Olá amigos! Mais um bom texto que compartilho! É muito interessante a reflexão que nos remete, pois as vezes dizemos amar e na verdade não estamos amando! Obrigada a todos pela visita! Espero corresponder ao carinho que recebo de voces à altura! Annapon O Amor e suas Dimensões Sérgio Biagi Gregório SUMÁRIO:  1. Introdução 2. Conceito de Amor: 2.1. Vocábulo Polissêmico; 2.2. Algumas Aproximações. 3. Histórico. 4. O Amor Egoísta: 4. 1. A Revolução da Violência; 4.2. Sexo, Sexualidade e meios de comunicação; 4.3. Uma Questão sem Resposta; 4.4. Festim de Tiros. 5. Amor Racional: 5.1. A Maiêutica Socrática; 5.2. Ghandi e a Política da Não-Violência; 5.3. Martir Luter king. 6. Amor de doação: 6.1. Jesus Cristo é o Modelo do Amor; 6.2. Santo Agostinho; 6.3. O Amor Segundo o Espiritismo. 7. Conclusão. 8. Bibliografia Consultada. 1. INTRODUÇÃO O objetivo deste estudo é retratar as várias nuances que a palavra amor enfoca, desde as formas mais rudimentares até àquelas mais espiritualizadas em qu

Espiritismo e Tolerância Religiosa

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Olá amigos! Compartilho esse texto por tê-lo considerado muito bom e verdadeiro, espero que apreciem e reflitam! Grande abraço e obrigada por visitarem o Coisas da Alma! Annapon Espiritismo e tolerância religiosa Periodicamente, a humanidade recebe a presença de grandes espíritos que encarnam com a missão de reestruturar certas crenças e impulsionar a evolução coletiva. São os chamados “avatares”. Tivemos a presença de Sidarta Gautama, conhecido como Buda (o desperto), que colaborou com o avanço espiritual na Índia, dando início ao que conhecemos, hoje, como Budismo, nas suas variadas escolas. Assim também foi com Jesus, que era judeu, mas, procurou resgatar a pureza de coração na vivência diária. Seus discípulos iniciaram um movimento chamado Cristianismo, que, tempos depois, se tornou a religião oficial do Império Romano. Lao Tzé, Confúcio, Krishna, Maomé, Moisés, Lutero, entre outros, trouxeram, sem sombra de dúvida, um grande avanço na evolução planetária. Sem falarmos do

A Caridade ( Mensagem da Vovó Cambinda da Guiné)

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A Lei de amor e de caridade transpõe as fronteiras do dar o supérfluo. Transpõe o tempo dedicado a uma religião. Quisera essa Lei antes fosse aplicada no dia a dia de cada um de nós. Quando a dor da dificuldade fere a nossa carne e o nosso coração é que somos realmente chamados à aplicação da nossa pregação. É nessa hora que a fé se deve inflamar na certeza que tudo o que virá está de acordo com a Lei Maior que a nenhum de nós exclui. A não aceitação da dificuldade do outro é a negação do Pai que a todos ama sem distinção. Todos os seres estão sujeitos à queda, faz parte do burilamento salutar que haverá de nos elevar no aprendizado contínuo das Leis imutáveis do Pai. Compreender para ser compreendido; Amar, para ser amado. Oh! Mestre, faça de mim este instrumento de tua Luz para que eu viva hoje e para sempre em teu Sagrado e Divino Amor. Reluz em mim a tua paz e amanhã certamente serei melhor que hoje meu Senhor

Curadores (healers) Indianos

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Olá amigos! Posto o texto abaixo por tê-lo considerado muito interessante. Algumas passagens me fizeram lembrar as Entidades de Umbanda e sua maneira de trabalhar, por exemplo: - gratuidade de trabalhos realizados no terreiro; - atendimento igual para todos, sem privilégios de nenhuma ordem; - utilização de ervas em alguns passes; - quebra de "mau olhado", muito utilizado pelos nossos queridos pretos; - orientações às familias a fim de colaborarem  com a diluição, ou quebra, de carma grupal; - uso de sopro, como a maioria dos Caboclos fazem. Energia posta em movimento! - uso do som como fator que liga o ser à espiritualidade; - não incentivo de dependencia entre curador e curado; - técnica de transporte espiritual através de médiuns aptos;  - contato com a natureza e utilização das forças da mesma de forma responsável e respeitosa; - hábito de depositar aos pés das árvores algo que necessite ser afastado ou encerrado, no caso desse texto, doenças; - dedicação, fé, incentivo à

A DEDICAÇÃO DO MÉDIUM DE UMBANDA

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A DEDICAÇÃO DO MÉDIUM DE UMBANDA A Umbanda apresenta como mensagem religiosa a prática da caridade pura, o amor fraternal, a paz e a humildade. Ela também se propõe a produzir, pela magia, modificações existenciais que permitam a melhoria de vida do ser humano. Através do ato da caridade e dedicação espiritual é que o médium de Umbanda vai adquirindo elevação e consciência do valor de seu dom mediúnico, que na verdade foi lhe dado por Zambi para que se aprimorasse aqui na terra. As incorporações, os passes e descarregos feitos na Umbanda formam o conjunto de afazeres espirituais do dia a dia do médium. Portanto, o médium é patrimônio maior desta maravilhosa religião que é a Umbanda. Acontece que a mediunidade é uma faculdade e como toda faculdade psíquica precisa ser aprimorada e disciplinada. Na Umbanda, alguns critérios devem ser sempre observados. Quando um médium entra em trabalho, ele estabelece uma ligação com a espiritualidade. Esta ligação gera

Violência

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Violência social e espiritualidade  É por meio da renovação interior que o homem encontrará condições de evitar ações violentas, que criam o ciclo vicioso que vivemos hoje Ultimamente, o que mais temos visto não só na mídia, mas ao nosso redor, é a tão temida violência. Ela está nos jornais, nas revistas, na televisão, no esporte, na política, nos filmes e até mesmo em programas infantis e desenhos, que, ao invés de estimularem a criatividade e o mundo de imaginação da criança, incentivam a guerra e a violência pessoal. Nossos filhos vivem essa agressividade televisiva e nós os deixamos envolvidos nesta situação, sem forças e, talvez, sem meios para afastá-los disso. E não é só. Temos ainda a violência no campo rural, na fome, na mortalidade infantil, no trânsito, na prostituição adulta e infantil e até mesmo nos meios policiais. Entretanto, qual é a atitude que tomamos, como pessoas de bem, diante desse tema? Um café, uma bebida, um assunto qualquer, um afazer doméstico ou um compromi

Caboclo Araribóia

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Essa postagem é uma singela homenagem que faço à essa entidade de Luz! Araribóia esteve presente em minha trajetória espiritual de forma muito especial, a Deus e a ele agradeço pela oportunidade e deixo aqui registrado todo o meu respeito! Anna Pon Arariboia Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.   Nota: Se procura a estação do metrô do Rio de Janeiro, veja Estação Arariboia . Arariboia (em tupi "cobra feroz" ou "cobra da tempestade") foi cacique da tribo dos temiminós , do grupo indígena tupi , em meados do século XVI . O seu domínio era a ilha de Paranapuã (hoje  ilha do Governador ), na baía de Guanabara , no litoral do Brasil . Araribóia era cacique dos temiminós quando os franceses , com o apoio dos Tamoios , tomaram o controle da Guanabara, na então Capitania do Rio de Janeiro , em 1555 . Tendo perdido as suas terras, o cacique e sua tribo seguiram para a então Capitania do Espírito Santo , onde reorganizaram a sua aldeia e expulsaram alguns ho