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LANÇAMENTO - CHEGOU NA AMAZON "MARIA BAIANA E A UMBANDA" NOVO ROMANCE PSICOGRAFADO POR ANNA PON

LANÇAMENTO AMAZON.COM E AMAZON.BR VEJA ABAIXO COMO ADQUIRIR AS VERSÕES FÍSICA
 E E BOOK UMA PSICOGRAFIA DE ANNA PON DITADO PELO ESPIRITO DE MARIA BAIANA
Sinopse de Maria Baiana e a Umbanda 
Maria Baiana nasceu no seio de uma família de candomblecistas. Seu nome de batismo era Maria da Conceição. Desde cedo, junto a sua mãe, praticou a fé ancestral. Desencarnou muito jovem, vítima de uma doença sem diagnóstico, estava noiva. Toda a comunidade sofreu com seu desencarne, principalmente seus pais que buscaram, no espiritismo, conforto para tamanha dor. Receberam na ocasião, uma mensagem de Maria através da psicografia realizada por médium de confiança e assim conseguiram seguir adiante confiantes na vida pós morte, porém, o noivo de Maria, inconsolável, se rendeu ao alcoolismo, Maria pode ajuda-lo através de amigos que no plano espiritual trabalhavam em auxílio aos encarnados. Por ter desencarnado jovem e virgem, Maria, aos poucos, foi sendo considerada Santa pelas pessoas da comunidade, isto …

Yemanjá (Orixá da Geração)

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Yemanjá (Orixá da Geração) por Anna Pon

Segundo algumas Doutrinas de Umbanda, Deus, para alguns, Olorum, possui uma matriz que gera múltiplas formas de vida, para nós, simples mortais humanos, inimagináveis.
Tais doutrinas pregam que Deus (Olorum), criou, a partir dessa matriz, todos os Orixás e formas de vida.
Yemanjá, como Orixá que representa a geração, teria sido criada primeiro e, a partir dela, todos os outros Orixas foram criados, por isso se diz que é ela a mãe de todos os Orixás e que também rege, como Orixá de frente, ou ancestral, a todos os filhos dos outros Orixás.
Yemanjá, portanto, é a grande mãe, Orixá que tem muitas qualidades vibrando sob toda a humanidade. Geração, capacidade de criação, são apenas alguns de seus atributos.
Todos os seres, mesmo os considerados Divinos, nascem a partir de uma fonte e essa fonte seria, após criada, e igualmente gerada pela matriz de Deus, a força Divina chamada Yemanjá, ou a grande Mãe.
A força da água que é capaz de gerar vidas, tanto hu…

A interpretação das Sete Linhas de Umbanda

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A interpretação das Sete Linhas de Umbanda  Por Rubens Saraceni 
As sete linhas são as sete irradiações divinas emitidas pelo divino Criador Olorum, que é Deus, e formam sete “eixos” divinos sustentadores de toda a sua criação divina. 
Esses sete eixos já foram descritos com vários nomes simbólicos, tais como: 
• As sete colunas sustentadoras da criação. • Os sete pilares sustentadores do mundo. • Os sete raios divinos. • Os sete cajados sagrados. • As sete lanças protetoras divinas. • As sete flechas direcionadoras da criação. • As sete linhas de evolução. • Os sete caminhos sagrados etc. 
A verdade, e isso é o que importa, é que as Sete Linhas da Umbanda começam em Deus e chegam até nós aqui na terra, penetrando em nosso mental, com uma delas entrando verticalmente bem no centro do nosso chacra coronal criando um eixo denominado “eixo do nosso equilíbrio”. Sem esse eixo para nos equilibrar não conseguiríamos nos manter de pé, na posição vertical. 
As outras seis irradiações entram em no…

O Cavaleiro do Arco Íris E as Sete Linhas de Umbanda

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O Cavaleiro do Arco Íris E as Sete Linhas de Umbanda 
"...Continuei ajoelhado e chorando compulsivamente por séculos e séculos! E continuaria a chorar por toda a eternidade se um coro celestial, não sei de onde, não começasse a cantar um dos cantos que mais me encantavam. 
Seu título? 
- As Sete Linhas da Umbanda! 
Aquietei meu choro, enxuguei minhas lágrimas e também comecei a cantar aquele canto de Umbanda Sagrada! Aos poucos, a minha voz humana, que acompanhava aquele invisível coro celestial, foram se juntando mais e mais vozes humanas. 
Eram tantas que chegavam aos milhões de vozes humanas cantando com aquele coro divino! E diante dos meus olhos iam passando rostos, todos voltados para altares de tendas de Umbanda, que também iam passando diante dos meus olhos. Eu via milhares de tendas de Umbanda, todas repletas de irmãs e irmãos vestidos de branco, e todos cantando as Sete Linhas de Umbanda. 
De repente, por trás de todos aqueles altares sagrados idealizados por mentes e coraçõ…

Orixás na Umbanda

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Orixás na Umbanda  por Anna Pon

Influenciada pelo espiritismo e pelo cristianismo, nasce a Umbanda em terras brasileiras.

No começo, seus médiuns diziam-se espiritas de Umbanda até que o termo espirita ficou designado aos seguidores da doutrina de Kardec.

Tempos depois a influência da religião africana foi incorporada ao ritual/crenças de Umbanda, assim, os Orixás passam a ser cultuados e reverenciados, de forma simples, porém, marcante. 

Como toda religião nova, a Umbanda teve seus processos de implantação desde sua anunciação/fundação, até os dias de hoje, por isso foi apresentada, no inicio, como espirita, cristã, branca, etc. 

Até que uma religião se firme, é normal que sofra influências e denominações que, ao longo do tempo, se vão adequando à sua realidade e a realidade da Umbanda é que bebeu em muitas fontes de sabedoria e conhecimento.

Aos poucos, surge a literatura umbandista, inclusive psicografias, antes apenas encontradas no meio espírita. 

O Candomblé influencia, com o passar d…

Lendas e Mitos de Exu

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Lendas e Mitos do Orixá Exu 
Exu e os dois amigos 
Dois amigos se orgulhavam muito de sua amizade e lealdade, eram vizinhos. Viviam bem, mas não realizavam oferenda a Exu. Certa tarde, se encontravam os dois, como de costume, conversando nos limites de sua propriedade, quando Exu passou por entre eles, usando um chapéu metade branco e metade vermelho. Estranhando aquela figura entre eles, um comentou com outro: 

- Muito estranho aquele homem de chapéu vermelho. 

- Chapéu vermelho, não. O chapéu era branco. 

E assim passaram a discutir a cor do chapéu entrando em briga e inimizade. 

Muitas vezes Exu parece ser "o espírito de porco" na mitologia nagô-yorubá, mas o que não nos damos conta é que ele vem para mexer e cutucar o nosso ego. O fato dos homens não fazerem oferenda a exu diz muito a seu respeito, pois quem não oferenda exu, não oferenda a ninguém, que passa uma ideia de autossuficiência com relação ao sagrado. Exu nos lembra o tempo todo que vivemos em sociedade e precisamo…

Exu Tranca Ruas das Sete Encruzilhadas fala sobre a vaidade

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Diálogo sobre a vaidade  por Rodrigo Queiroz 
- Salve tu cabra!  - Salve vós Exu!  - Cabra, escreve umas coisas aí.  - Pode falar.  - Existe algo no ser humano que gera muita preocupação a todos nós e que mais complica a vida de vocês encarnados.  - Do que vós estais falando?  - Da imperceptível sombra da vaidade.  - Ah sim, conheço...  - Então, vim aqui dissertar sobre isso, e mais me preocupa é o coração dos que se dizem companheiros de caminhada e mais fazem é piorar situações delicadas no relacionamento interpessoal e pouco contribuem para o auxílio daqueles que são parte de um conjunto.  - Sei...  - Como disse, a vaidade é uma sombra imperceptível que assola cedo ou tarde a vida de todos neste plano, e ela, a suposta vaidade, pode ser em verdade a extravasão de uma série de necessidades do indivíduo como carências, traumas etc. Existem milhares de facetas desta sombra e, garanto, ninguém está livre dela, bem dizendo, aquele que se diz não vaidoso já o é, pois afirma isto se envaidecendo de…

Tráfico de Escravos, Culto de Orixá e Candomblé Baiano

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Tráfico de Escravos, Culto de Orixá e Candomblé Baiano 
O texto abaixo é uma adaptação livre de parte editada do texto original de Pierre Verger, a partir do título Notas Sobre o Culto aos Orixás e Voduns.  Pierre Verger. São Paulo: Edusp. Recomendo a quem queira se aprofundar no assunto, tanto o título citado quanto Orixás, do mesmo autor, pela Editora Corrupio. 
Os primeiros escravos foram introduzidos no Novo Mundo em 1502, em virtude de um edito real que permitiu o transporte de escravos negros da Espanha para Hispaniola (que, mais tarde, se tornou República Dominicana e Haiti), pois a escravidão não existia na Península Ibérica. O costume outrora estabelecido pelos mouros havia subsistido entre os cristãos, e o tráfico implantou-se entre Sevilha, em particular, e o litoral norte e oeste da África. 
Esses negros, importados para as Antilhas, eram destinados aos trabalhos nas minas, e o Padre Bartolomé de las Casas tendo observado “os bons resultados” obtidos com estes escravos afri…