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Lançamento do livro "Vô Benedito Nos Tempos da Escravidão"

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É com muita alegria e gratidão que apresento a todos meu mais novo trabalho de psicografia. É uma história emocionante que nos remete às mais profundas reflexões. Sou muito grata ao Vô por esta oportunidade e espero que gostem, que possam viajar nestas páginas repletas de ensinamentos e exemplos de vida. Anna Ponzetta Lançamento de Obra Mediúnica pelo Clube de Autores em 04.08.2021   Sinopse A escravidão foi uma das maiores crueldades que a humanidade já praticou. A liberdade é um direito sagrado. Vô Benedito, entidade de Umbanda, guia chefe de terreiro, vem, através desta história, nos contar como foi, no seu caso, sobreviver ao cativeiro e ao mesmo tempo manter a fé, a esperança. De forma simples, mas rica em ensinamentos, ele relata sua trajetória de vida nos tempos da escravidão e nos surpreende durante a narrativa por várias vezes e por muitos motivos. Uma das muitas surpresas que esta história traz é o cenário no qual se desenrola, pois não foi no Brasil que ele viveu escravizado

Casa do Vô Benedito - Amalás de Outubro 2021

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A paciência que o Preto-Velho ensina

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  Apesar do avanço da vacinação, do baixo número de internações e do número de infectados, aparentemente baixo, a pandemia não acabou. Mesmo vacinados podemos contrair o vírus e propaga-lo infectando assim quem ainda não se vacinou ou a outros que tem baixa imunidade. É uma questão de saúde pública, mas é, principalmente, uma questão de respeito a si e ao próximo. Decretos autorizando retomadas das atividades não significam que tudo está liberado, que o perigo já passou e que não devemos mais ter cautela e cuidado. Não. Os decretos tem seus objetivos e o ser humano, de bom senso, entende isso e segue se cuidando. O momento ainda exige cautela e prevenção, mas não tenho observado isso. Parece que as pessoas retomaram as atividades e estão pouco se importando com a propagação do vírus que é mortal, perigoso e extremamente agressivo. A impressão que tenho é que o número de mortes já não causa mais impacto, que o respeito pela dor de tantas famílias se perdeu. Além do número altíssimo de m

Trecho da obra "Maria Baiana e a Umbanda"

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  Maria Baiana e a Umbanda Nasci Maria da Conceição por devoção de meus pais carnais, que me criaram no Terreiro com muito axé e esmero. Desde o ventre, ouvia os sons da fé de acordes harmônicos que me embalavam, sons que me acompanharam pela vida que tive de deixar por conta de doença estranha ao entrar na fase adulta, antes de desabrochar como mulher. Meus pais e toda a comunidade sofreram com a minha partida, só eu não, apesar da saudade e de ter “deixado” noivo à beira do altar. Eu não sofri como eles estavam sofrendo. Eu entendi que essa era a minha hora e que não mais poderia me demorar, pois quando voltei para cá, para minha casa verdadeira, é que pude me sentir em paz. Fui recebida com muita alegria pelos meus que aqui estavam e por algumas entidades que muito eu respeitava como filha de santo e de pais de santo carnais. Ao encontrá-los, a emoção do abraço foi indescritível, eu estava muito feliz por voltar, porém, os que havia deixado sofriam demais. Foi lindo voltar! Eles me

Amalá set/2021 (Casa do Vô)

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Amalás de Agosto (Casa do Vô)

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CABOCLO TABAJARA

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Hoje, voltou à minha memória, o tempo em que o Caboclo Tabajara me "reprogramou" para a Umbanda por ter-me "afastado", a fim de cumprir aprendizado na escola espírita. Foram meses e hoje, ciente e consciente sobre tudo o que com ele aprendi, publicamente o saúdo e agradeço: Pai Tabajara, obrigada! Pai Morimbatá! Muito obrigada ao senhor também, por ter-me acolhido, orientado e fortalecido na Lei Maior de Umbanda. De coração, a esses guerreiros de Xangô, e a Pai Guaracy, é claro, agradeço! Anna Pon CABOCLO TABAJARA A missão de Tabajara, junto ao Brasil, começou com a sua vinda para a Amazônia, reencarnado como descendente dos Incas. Seguindo previsão espiritual dada aos Imperadores Incas (história relatada no livro E O Sol Brilhou, da Cabocla Rosa de Jurema através da médium Maria de Lourdes Poyares Labuto), o filho primogênito teria que, aos quinze anos, partir para encontrar seu destino, fundando um novo agrupamento humano. Desde cedo foi Chimovita (este era o nome

COMO OS MÉDIUNS EMPATAS REAGEM À PANDEMIA? por Guta Monteiro

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A mediunidade empática é uma das habilidades mediúnicas mais difíceis de lidar. E agora, com uma pandemia acontecendo, pessoas com esse tipo de sensibilidade sofrem em dobro. E muitas nem sabem. Será que é o seu caso? Você é um empata? Como lidar com a pandemia? SE DESCOBRIR EMPATA É DIFÍCIL Existem muitos tipos de mediunidade e quase todas elas se mostram de forma agressiva. Quem vê espíritos, vê espíritos. Quem ouve vozes, ouve o raio das vozes. É claro que pessoas assim podem ser diagnosticadas com esquizofrenia e outros transtornos, pois quase sempre a reação da família (na maior parte das vezes católica) é pensar que a pessoa sofre com algum desequilíbrio psíquico, então, ao invés do médium ser levado ao centro, ele acaba é no psiquiatra. Mas eles sabem que não estão loucos, sabem que algo diferente se passa com eles. Mas não os empatas. Eles apenas sentem. Sentem tudo. São tidos como muito intensos, sensíveis, frágeis. São considerados pessoas que não conseguem lidar com as emoçõ