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Serena - Lançamento do Clube de Autores - Obra psicografada por Anna Ponzetta

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Clique na imagem para adquirir em epub ou versão física Serena é um romance mediúnico que conta a estória de uma jovem portuguesa em terras brasileiras. Vítima de um naufrágio, no qual perdeu toda a sua família, Serena encontra ajuda inesperada para seguir vivendo e principalmente se fortalecendo numa terra absolutamente desconhecida. Sem família ou amigos, Serena passa a viver da solidariedade alheia e recebe, para sua surpresa, auxílio espiritual para vencer os inúmeros desafios que vão surgindo ao longo de sua vida no Brasil. Ela descobre muito sobre si mesma vivendo independente. Sua força de trabalho, capacidade para sobreviver e se relacionar foram algumas de suas descobertas, porém, a maior de todas, foi a da mediunidade, dom que a acompanhava sem que jamais tivesse se dado conta. Jovial e simples, Serena é um exemplo de fé e de perseverança que inspira e fortalece a crença na espiritualidade e nas vidas sucessivas. Católica de berço, Serena encontra no Brasil, outras

Treva e Luz

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  As trevas se opõem à Luz. Por isso as trevas não são ausência de luz, mas sim algo que desafia a Luz. Luz e trevas, alto e embaixo, nada foge aos olhos do Criador porque ele está em todos os lugares e se manifesta da mesma forma seja onde for. Os mecanismos da criação são os mesmos e aplicados igualmente, nós é que os buscamos pela via da dor ou do Amor.  Desvirtuar os valores da vida provocam a queda (embaixo), mas há amor em todos os lugares e meios. Ama-se, independente de qualquer coisa, mesmo que esse amor esteja doente, ele se manifesta tanto em cima (alto) como embaixo. O ódio, que é o oposto do amor, é um sentimento doente, perverso, se opõe sempre ao bem e ao amor que liberta, cuida e cura. Por isso sempre haveremos de lidar com o amor e com o ódio , praticar o bem é muitas vezes uma ação que incomoda aos que odeiam, por isso a treva odeia e a luz ama o bem que praticamos de várias maneiras.  A treva inverte a ação do bem, a maldiz. No estágio atual da Terra oscilamos entre

Oxum - Mãe das águas doces

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    Texto de Fernando Sepe   Dedicado à querida preta-velha do meu coração - “Dita de Aruanda” e a minha mãe de santo – Aleida Barros, por me ensinarem as belezas de Oxum e da Umbanda.    Oxum é a divindade do Amor dentro da Umbanda. Seu nome é o mesmo de um Rio Sagrado para os povos nagôs que corre na região do Ijexá.  Na África, seu culto estava mais ligado aos rios. No Brasil e na Umbanda, seus fiéis gostam de cultuá-la na cachoeira. Por isso ela é chamada de a Mãe das Águas Doces.   É um Orixá associado aos minerais e ao ouro. O Arquétipo que sustenta sua imagem é a da menina doce, bela e singela. Está associada também à concepção de qualquer forma de vida. Em outras culturas pode ser encontrada como a Afrodite dos Gregos, Vênus dos Romanos, Lakshmi e Ganga dos hindus, Ísis dos Egípcios, Freyja dos nórdicos, Iara na tradição indígena brasileira, Kwan Yin para os chineses.  Pai Benedito de Aruanda através de seu médium, Rubens Saraceni, nos ensinou que Oxum é regente da segunda linh

Belezas de Oxum

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  Belezas de Oxum  por Fernando Sepe    No meio da oração ela surgiu radiante e esplendorosa. Suas roupas douradas lembravam-me o nascer do Astro Rei.  Sim, a Mamãezinha do Amor passou por aqui e me convidou a dançar junto dela.   Em sua dança cadenciada, o ritmo e o axé do belo fluir dos rios. Em seu canto, a beleza que não se entende, mas se sente, aos pés de uma cachoeira. E então, meu coração expandiu-se na vibração dessa Mãe e a rosa da compaixão desabrochou.   Compaixão pelo mundo.  Os homens e mulheres não sabem, mas Oxum canta e dança o tempo todo, e é por isso que a vida é tão cheia de encantos. Ela é a senhora da beleza e da formosura, do carinho e do alento, da felicidade íntima.  Ah, se a humanidade visse, mesmo que uma única vez, as belezas de Oxum, tudo mudaria. Pois as ondas de amor que brotam dessa Mãe tudo podem mudar...  Menina doce, que anima os brilhos dos olhos das crianças. Chama dourada, que infla o amor entre os casais. Mãezinha boa, que chora as dores de seus f

Orixá Oyá-Tempo - Divindade relacionada à fé na Umbanda e em outras culturas

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     Oyá-Tempo, Éos, Moiras, Andrômeda, Horas, Nornes, Rodjenice, Tara, Nut, Shait, Arianhod, Aya, Tamar, Mora, Menat, Tanith, Nicnevin.    Oyá-Tempo — Divindade de Umbanda, é o Trono Feminino da Fé, absorve a fé em desequilíbrio de forma ativa, reconduzindo o ser a caminho de seu equilíbrio.  Cósmica, pune quem dá mau uso ou se aproveita desta qualidade divina com más intenções.  Fator cristalizador e temporal é o próprio espaço-tempo onde tudo se manifesta. Lembrando que nossa relação de espaço-tempo depende totalmente da movimentação dos astros no espaço, de onde vêm conceitos como dia e noite juntamente com nosso senso cronológico.  Dizemos que é uma divindade atemporal, pois é em si o próprio tempo, não estando sujeita a ele, mas regendo seu sincronismo.  Elemento cristalino. Religiosamente goza de posição de destaque, pois rege a própria religiosidade no ser.  Sua cor é o branco e o preto, que é a presença de todas as cores ou a ausência de todas (em seu aspecto de absorção e esg

Orixá Oxumaré - Deus do Amor e suas outras formas de representação em culturas diversas

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Orixá Oxumaré-Deus do Amor e suas outras formas de representação em culturas diversas Oxumaré, Eros, Kâma, Heindal, Angus Óg, Tamuz.  Comentário:  Oxumaré — Divindade da Umbanda, é o Trono Masculino do Amor, absorve o amor em desequilíbrio de forma ativa reconduzindo o ser ao caminho do equilíbrio. Cósmico, pune quem dá mau uso ou se aproveita dessa qualidade divina com más intenções. Fator renovador, atua “reciclando”, renovando, a vida do ser. Divindade da alegria, nos ajuda também a sermos mais crianças, puros. Elemento cristalino-mineral muito presente nas cachoeiras. Sua cor é o colorido do arco-íris. Faz par com Oxum, nesta linha do amor, onde numa cachoeira quando vemos suas águas caírem em queda, na luz do Sol, Oxumaré se faz presente no arco-íris que se forma do vapor d‘água, subindo até a cabeceira da cachoeira.  Ponto de força na cachoeira.  Cor: todas as cores do arco-íris.  Pedra: Fluorita.  Eros — Divindade grega, Cupido entre os romanos, filho de Afrodite e Ares, dispa

Orixá Oxum-Deusa do Amor

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  Orixá Oxum-Deusa do Amor e suas outras formas de representação em culturas diversas   Oxum, Afrodite, Vênus, Hebe, Concórdia, Carmenta, Juturna, Pax, Lakshmi, Ganga, Ranu Bai, Hator, Ísis, Bast, Freyja, Blodeuwedd, Allat, Ishkhara, Kwan Yin, Chang Um, Tsai Shen, Kwannon, Maile, Erzulie, Astarte, Xochiquetzal, Chu-Si Niu, Sammuramat, Branwen, Anahita, Erzulie Freda, Partaskeva, Caritas ou Graças, Branwen. Comentário:  Oxum — Divindade de Umbanda, é o Trono Feminino do Amor, irradia o amor o tempo todo de forma passiva não forçando ninguém a vivenciá-lo, mas sustentando a todos que têm amor.  Fator agregador e conceptivo, traz a energia e o magnetismo de Amor, que agrega e une desde os átomos e planetas até as pessoas. Também atua nas concepções através dessas uniões que se estabelecem a partir de suas qualidades.  Elemento mineral, rios e cachoeiras são seu ponto de força. Pode ser simbolizada ainda por um coração, a ela são feitos os pedidos para o amor em todos os sentidos. Também c

Salve Ogum!