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LANÇAMENTO - CHEGOU NA AMAZON "MARIA BAIANA E A UMBANDA" NOVO ROMANCE PSICOGRAFADO POR ANNA PON

LANÇAMENTO AMAZON.COM E AMAZON.BR VEJA ABAIXO COMO ADQUIRIR AS VERSÕES FÍSICA
 E E BOOK UMA PSICOGRAFIA DE ANNA PON DITADO PELO ESPIRITO DE MARIA BAIANA
Sinopse de Maria Baiana e a Umbanda 
Maria Baiana nasceu no seio de uma família de candomblecistas. Seu nome de batismo era Maria da Conceição. Desde cedo, junto a sua mãe, praticou a fé ancestral. Desencarnou muito jovem, vítima de uma doença sem diagnóstico, estava noiva. Toda a comunidade sofreu com seu desencarne, principalmente seus pais que buscaram, no espiritismo, conforto para tamanha dor. Receberam na ocasião, uma mensagem de Maria através da psicografia realizada por médium de confiança e assim conseguiram seguir adiante confiantes na vida pós morte, porém, o noivo de Maria, inconsolável, se rendeu ao alcoolismo, Maria pode ajuda-lo através de amigos que no plano espiritual trabalhavam em auxílio aos encarnados. Por ter desencarnado jovem e virgem, Maria, aos poucos, foi sendo considerada Santa pelas pessoas da comunidade, isto …

O Caboclo das Sete Encruzilhadas

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O Caboclo das Sete Encruzilhadas  Por Leal de Souza 
Se alguma vez tenho estado em contato consciente com algum espírito de luz, esse espírito é, sem dúvida, aquele que se apresenta sob o aspecto agreste, e o nome bárbaro de Caboclo das Sete Encruzilhadas. 
Sentindo-o ao nosso lado, pelo bem-estar espiritual que nos envolve, pressentimos a grandeza infinita de Deus, e, guiados pela sua proteção, recebemos e suportamos os sofrimentos com uma serenidade quase ingênua, comparável ao enlevo das crianças, nas estampas sacras, contemplando, da beira do abismo, sob as asas de um anjo, as estrelas no céu. 
O Caboclo das Sete Encruzilhadas pertence à falange de Ogum, e, sob a irradiação da Virgem Maria, desempenha uma missão ordenada por Jesus. O seu ponto emblemático representa uma flecha atravessando um coração, de baixo para cima; a flecha significa direção, o coração sentimento, e o conjunto significam orientação dos sentimentos para o alto, para Deus. 
Estava esse espírito no espaço, no pont…

VOLTA CABOCLO! (rogativa de um médium saudoso)

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VOLTA CABOCLO! (rogativa de um médium saudoso)
Volta, Caboclo! 
Vem das tuas verdes matas para o recesso da minha mediunidade saudosa dos teus benditos fluídos! 
Vem incensar minh'alma com o aroma da tua presença querida, fazendo ecoar em meus ouvidos atentos, o “quiô” da tua vibração! 
Vem trazer-me o calor das tuas palavras fluentes, traduzidas na sonoridade das folhas das palmeiras quando se espanam no ar… Quero, contigo, apanhar as folhas da Jurema para adornar todo o meu Juremá… Cruzar meu caminho com galhos de arruda e enfeitar minha gira com ramos de guiné… 
Vem… Traz o teu arco forte e a tua flecha certeira… Vamos, numa só vibração, penetrar no seio da mata virgem, procurar o inimigo que lá se esconde e desarmá-lo, à pujança do teu braço forte! 
Volta, Caboclo! Coloca em minha fronte o teu belo cocar… e entrosa em mim, tua essência pura de aromáticos jardins, contida em tão pequeno frasco! 
Como podes usar-me, tu, enviado bendito das falanges superiores, para cumprimento da tua …

O Povo Aymara e os sete tipos de paz

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O Povo Aymara e os sete tipos de paz
 “Os índios Aymara, que habitam há séculos as margens do lago Titicaca, nos Andes, defendem a necessidade de sete diferentes tipos de paz. 
A PRIMEIRA É PARA DENTRO DE SI. Consigo próprio, na saúde do corpo, na lucidez da mente, no prazer do seu trabalho, na correspondência dos seus amores. Sem paz consigo, você não está em paz. 
A SEGUNDA É PARA CIMA. Com o espírito de seus antepassados, com a vontade de Deus. Se você não está em paz com o mundo sobrenatural, espiritual, com a metafísica de sua existência, sua paz está incompleta. 
A TERCEIRA PAZ É PARA FRENTE. Com seu passado. A arrogante cultura ocidental põe o passado para trás. Já os Aymara põem o passado à frente, porque ele é o conhecido, o visto, o vivido. Se você tem remorsos, dívidas não pagas, culpas, arrependimentos, não está totalmente em paz. 
A QUARTA PAZ É PARA TRÁS. Com seu futuro. Quem tem medo do que virá, está assustado com dívidas a pagar, com emprego incerto, esperando más notícia…

CABOCLO MIRIM: UM DIGNO LUGAR NA HISTÓRIA

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CABOCLO MIRIM: UM DIGNO LUGAR NA HISTÓRIA  Sergio Navarro Teixeira 
 Na formação da identidade de um povo, era precioso o conhecimento oral, passado dos mais velhos aos mais jovens, como forma de não se perder o contato com suas origens e manter os antepassados vivos na memória. 
Dizem ainda que a História da Humanidade sempre foi escrita pelos conquistadores, pelos vitoriosos. Uma regra que não se aplica em tempos de paz, nem pode ser regra para a formação cultural de todos nós, filhos de Fé da nossa querida Umbanda. Sou apenas um humilde estudioso da religião, mas já aprendi que Umbanda é vida e movimento, é crescimento e evolução, sem dúvida alguma! E na atual fase da nossa religião, é bonito de se ver uma nova geração de filhos trabalhando para elevar a nossa mãe Umbanda a um patamar que sempre mereceu estar. 
Filhos que olham para frente sem esquecer o passado, lembrando de tudo aquilo que hoje são memórias em nossos corações, mas que continuam mensagens atuais e eternas nas palavr…

Preto-velho na Cultura Brasileira e na Umbanda

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Preto-velho na Cultura Brasileira e na Umbanda  por Alexandre Cumino 
Pai Antonio foi o primeiro preto-velho a se manifestar na Religião de Umbanda em seu médium Zélio Fernandino de Morais onde se estabeleceu a Tenda Nossa Senhora da Piedade. Assim, ele abriu esta “linha” para nossa religião, introduzindo o uso do cachimbo, guias e o culto aos Orixás. 
O “Preto-velho” está ligado à cultura religiosa Afro Brasileira em geral e à Umbanda de forma específica, pois dentro da Religião Umbandista este termo identifica um dos elementos formadores de sua liturgia, representa uma “linha de trabalho”, uma “falange de espíritos”, todo um grupo de mentores espirituais que se apresentam como negros anciões, ex-escravos, conhecedores dos Orixás Africanos. 
São trabalhadores da espiritualidade, com características próprias e coletivas, que valorizam o grupo em detrimento do ego pessoal, ou seja, são simplesmente pretos e pretas velhas com Pai João e Vó Maria, por exemplo. 
Milhares de Pais João e de Av…

Linha e Arquétipo dos Pretos Velhos

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Linha e Arquétipo dos Pretos Velhos  por Rodrigo Queiroz  ditado por Pai João de Angola 
O balanço do navio ainda enjoava. Não sei o que mais enojava, se era o balanço do navio ou a visão mórbida de tantos corpos de meus confrades empilhados e já sem vida. 
Se o mau cheiro e a falta de espaço ou ainda os grilhões que nos prendiam. Triste sorte, quem são estes animais hominídeos que nos amarravam, batiam e subjugavam? 
Zâmbi estaria revoltado conosco? Ou os Orixás se esqueceram de seu povo? 
Pensando assim é que muitos dos nossos não puderam se aproveitar da oportunidade em viver a escravidão. Processo este que se por um lado mancha a história da humanidade, por outro, “lavou a alma” de milhares de espíritos que na carne sentiram o gosto amargo da prestação de contas com o Criador. 
Todos sabem que quando os africanos foram escravizados, a Igreja logo tratou de justificar isso, tirando nossa alma, assim fizeram com nossos irmãos indígenas. Claro, é mais fácil arrancar-lhe a alma ao ter que…

Preto Velho Fala Com Kardec

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Preto Velho Fala Com Kardec  por Alexandre Cumino 
Não podemos dizer que a atitude dos senhores presentes na famosa sessão espírita do dia 15 de Novembro de 1908 seria aprovada por Allan Kardec, ou que estariam embasados na filosofia codificada por ele, no momento em que expulsam os espíritos de ex-escravos negros da mesa de comunicações, na qual se manifestou pela primeira vez o Caboclo das Sete Encruzilhadas pela mediunidade de Zélio de Moraes. 
Com certeza Kardec não teria a mesma atitude. Uma prova de que Kardec, no mínimo, ouviria o que o Preto-velho e o Caboclo têm a dizer é o diálogo travado entre Kardec e “Pai César”, um negro nascido na África e levado para Louisiana quando tinha 15 anos. 
Esta entidade lembra muito as características que identificam um “Preto velho”, embora lhe falte a ideologia umbandista inseparável da entidade de Umbanda, no entanto, não foi tratado com diferença por Kardec, muito menos discriminação, como podemos ver abaixo:
 PRETO VELHO FALA COM KARDEC 
Pou…