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Mostrando postagens de Julho, 2019

Pai, mestre, sacerdote: O que eles deveriam dizer... e não me disseram logo no começo por Marcos Barbosa

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Pai, mestre, sacerdote: O que eles deveriam dizer... e não me disseram logo no começo  por Marcos Barbosa   Não teve médico que me currasse.  Passei por muitos deles, sendo que vários e diferentes foram os exames, tratamento e diagnósticos: depressão, labirintite, problemas de visão etc., tudo em vão.  As dores de cabeça e labirintite faziam parte do meu dia a dia, e nenhum tratamento foi capaz de me curar.  Certo dia, minha irmã comentou o meu problema e os meus sintomas para uma amiga, e falou que nenhum médico tinha sido capaz de dar uma solução ou achar a causa do problema. A amiga ouviu com atenção e, sem pestanejar, fez o seguinte comentário: talvez o seu irmão não tenha um problema físico-patológico, e sim um problema de ordem espiritual.  Minha irmã pensando no “diagnóstico” da amiga veio ao meu encontro falar da conversa, entretanto, salientou que sua amiga frequentava há alguns anos um terreiro de Umbanda.  Ouvi com atenção, um tanto quanto c

Sacerdote de Umbanda

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Sacerdote de Umbanda  por Mônica Berezutchi  Para que o médium possa atuar como um Sacerdote de Umbanda não basta simplesmente ele querer SER, pois para ser um Representante de uma Religião há todo um fundamento para que este grau aconteça de fato.  • O mais importante de todos é receber a ordem através de seu Mentor Espiritual; ele irá comunicar que o Sacerdote tem missão de abrir uma casa, ou seja, a ordem tem que vir de cima para baixo.  • As fundamentações da casa deverão ser passadas pelo Mentor, tanto da tronqueira como dos assentamentos do Orixá Ancestre, de Frente e Adjunto, do Guia Chefe e do Guia de Frente.  • Ter consciência que para desenvolver e praticar as múltiplas funções que o cargo lhe exige ele receberá um 1º grau, ou seja, o mais importante e valioso, que é o grau e a outorga Espiritual.  • O sacerdote é, antes de tudo, o responsável como dirigente espiritual, aquele que zela e cuida da mediunidade dos médiuns.  • Ser Sacerdote de Umbanda

Frei Gabriel Malagrida - O Jesuíta (ou Caboclo das 7 Encruzilhadas)

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Frei Gabriel Malagrida - O Jesuíta  No ano de 1689, às margens do rio Como, na Vila de Monagio, nascia um menino que recebeu o nome de Gabriel Malagrida (que significa ''As Vozes Harmoniosas de Deus").  Desde cedo Gabriel demonstrou tendências místicas. Entrou para o seminário de Milão onde foi ordenado e professou na Companhia de Jesus em 1711.  Gabriel desejava cumprir sua missão no Brasil, porém Tamborini, o Geral da Companhia de Jesus, havia lhe reservado a cadeira de Humanidades no Colégio de Bastis, na Córsega.  Mais tarde conseguiu se transferir para Lisboa, em 1721, onde depois de algum tempo conseguia embarcar para o Maranhão.  Gabriel e o Brasil  Nessas terras, Gabriel pregou internando-se no sertão, enfrentando sérios perigos e vencendo com a fibra de quem se julgava destinado a cumprir uma missão superior no Planeta, uma missão de conquistar almas para o Céu.  Apresentava evidentes sintomas mediúnicos ouvindo vozes misteriosas

Em Defesa do Estudo e do Conhecimento da Religião de Umbanda

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Em Defesa do Estudo e do Conhecimento da Religião de Umbanda  Por Alexandre Cumino  Houve um tempo em que nada se ensinava sobre a religião de Umbanda, muitos se justificavam dizendo que seus ensinamentos eram um segredo (eró), e o praticante, também conhecido como médium ou “cavalo de Umbanda” permanecia aguardando o momento em que “o segredo” poderia ser revelado a ele.  Ao questionar sobre os ensinamentos ou sobre algum fundamento, era comum ouvir a frase: “Você ainda não está pronto, ou ainda não é o momento de você saber sobre isso”. O fato é que muitos foram preparados (ou “despreparados”) desta forma dentro da Umbanda. Muitos ouviram estas frases a vida inteira e hoje apenas fazem repetir a mesma frase, acompanhada de um ar de mistério e olhar inquisidor, para os que estão sob a sua orientação (ou “desorientação”).  Conhecemos muitos médiuns que não sabem explicar a relação entre Santos Católicos e Orixás existente na Umbanda, seja ela de Sincretismo ou de Copar

Quando você responde Sim sou Umbandista

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Quando você responde Sim; sou Umbandista por Danilo Lopes Guedes  Conheço muitos Umbandistas e quando são questionados sobre qual é a sua crença a maioria diz: “Sou espírita”, outros “Sou católico” e poucos “Sou Umbandista”. Aí vem o meu questionamento, por que não dizer “Eu sou Umbandista”?  Eu procuro entender estas respostas variadas. Pergunte as pessoas de outras religiões qual é a sua crença? Você verá um orgulho no olhar e com a cabeça erguida lhe dizer: “Sou evangélico”, “Sou católico”, “Sou budista” etc.  Pensei, o que os Umbandistas não possuem que os outros possuem e lhe impede de dizer exatamente a sua crença?  Com base nisso comecei a questionar estas pessoas e a maioria tem a mesma linha de raciocínio, se eu falo que sou Umbandista não sou bem visto pelos demais, ou então, um preconceito baseado na falta de conhecimento que faz com que as pessoas acabem se afastando de mim.  Então vamos lá:  • A Umbanda é uma religião, certo?  Certo.  • A Umbanda sendo um

O que a Umbanda tem a oferecer?

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O que a Umbanda tem a oferecer?  por Fernando Sepe  Hoje em dia, quando falamos em religião, os questionamentos são diversos.  A principal questão levantada refere-se à função da mesma nesse início de milênio.  Tentaremos nesse texto, de forma panorâmica, levantar e propor algumas reflexões a esse respeito, tendo como foco do nosso estudo a Umbanda.  O que a religião e, mais especificamente, a religião de Umbanda, pode oferecer a uma sociedade pós-moderna como a nossa?  Como ela pode contribuir junto ao ser humano em sua busca por paz interior, desenvolvimento pessoal e autorrealização?  Quais são suas contribuições ou posições nos aspectos sociais, em relação aos grandes problemas, paradoxos e dúvidas, que surgem na humanidade contemporânea?  Existe uma ponte entre Umbanda e ciência (?) – algo indispensável e extremamente útil, nos dias de hoje, a estruturação de uma espiritualidade sadia. O principal ponto de atuação de uma religião está nos aspectos subjetivos do “eu