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Mostrando postagens de Março, 2021

Fundamentos de Umbanda (caridade-música-outros)

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  Fundamentos de Umbanda (caridade-música-outros) A Umbanda tem fundamento e um deles é não praticar sacrifício animal. Alguns segmentos de Umbanda praticam sacrifício animal por influencia do Candomblé e outros cultos de nação e em geral são eles: “Umbanda Africanista” que pode ser chamada também de “Umbanda Mista”, “Umbanda Trançada”, “Umbanda Omolocô”, ou “Umbandomblé”.  Umbandomblé são terreiros de Candomblé que passaram a trabalhar com entidades de Umbanda, como caboclos, pretos-velhos, baianos e boiadeiros e é difícil saber se se trata de um terreiro de Umbanda ou Candomblé.  Na Umbanda não há cobrança por atendimento. O que existe é uma associação que colabora mensalmente para a manutenção do terreiro. Fundamento de Umbanda é a prática da caridade, sendo assim cada médium ganha seu sustento a partir do trabalho individual. A parte espiritual é sempre oferecida gratuitamente a todos. Cada médium de Umbanda colabora com o tempo que tem disponível, uns estão a disposição semanalmen

FUNDAMENTOS DE UMBANDA

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  FUNDAMENTOS DE UMBANDA A Umbanda tem fundamentos individuais e coletivos. Individuais variam de uma casa para outra e os coletivos são aqueles praticados, aceitos por todas as casas, como a defumação, por exemplo. Definir os fundamentos de Umbanda não é tarefa fácil, mas os básicos podem ser considerados como prática comum na religião e entre as casas que são um universo de diversidades. É na unidade da Umbanda que encontramos seus fundamentos básicos, comuns a todas as casas. Existe a Umbanda e as Umbandas com seus fundamentos individuais, portanto, não existe erro e sim diversidade no conjunto. São muitas vertentes numa só religião e isso pode causar confusão, por isso se recomenda o estudo. Só o conhecimento nos permite identificar as Umbandas na Umbanda. Fundamento de uma casa especifica não é fundamento comum à todas as outras casas. Os básicos podem ser praticados em todas. Quando falamos em religião, devemos pensar que todas se inspiraram em outras e com a Umbanda não é difere

O mal ( Mensagem de Tranca Ruas das Almas )

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O mal ronda, analisa, busca investir sobre as fraquezas, fragilidades, necessidades de seus alvos. O mal usa os trajes do bem, disfarça, conhece bem o que agrada às massas, mas quando se despe, revela quão maltrapilho é em sua essência.  O mal não conhece limites, está sempre à espreita. Espera um deslize, um passo em falso para jogar sua rede e a estende onde possa alcançar. De beleza e formosura se mascara. Há quem acredite em seu brilho falso e em sua promessas vãs. O mal jamais se sacia porque é ganancioso, inescrupuloso, faz qualquer coisa pelo ter sempre mais. A vulgaridade, porém, costuma revelá-lo e nessas horas faz de tudo para se justificar aumentando o tom de voz ou lançando palavras estéreis que causam repulsa. O mal não conhece a compaixão porque está muito ocupado em armazenar riquezas para que as traças se alimentem mais tarde. Não pensa em nada o mal, a não ser em si mesmo, mas pensa com sua mentalidade disforme e incoerente com a verdade. O mal promove a discórdia, que

Imposição de mãos (passe)

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  O momento exige distanciamento social devido à pandemia. Alguns médiuns e consulentes dos templos umbandistas sentem falta da prática do passe, muitas vezes realizado apenas pela imposição das mãos do médium que transmitem fluídos/energias, salutares. Ambos, médium e consulente, se beneficiam com a prática, mas como fazer à distancia? Quanta falta as pessoas sentem tanto de doar quanto de receber esses fluídos? Acredito que muitos sentem falta, até, em alguns casos, necessidade desse recurso que é uma benção de Deus transmitida pela espiritualidade e pelo próprio ectoplasma do médium. Eis ai, então, um grande aprendizado para o momento: O médium pode doar ectoplasma através de uma oração simples ou de meditação. A espiritualidade se encarrega de recolher essa doação que será certamente utilizada em beneficio de muitos que estão precisando. Quem não é médium, ou ainda não desenvolveu sua mediunidade, pode, através do mesmo processo, receber essas energias/fluídos, recorrendo igualment

Bater Cabeça ( o que significa)

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  Bater Cabeça ( o que significa) Bater cabeça, na Umbanda, significa saudar o sagrado encostando a testa no chão ou altar. Varia de uma casa para outra. Cada casa adota seu próprio ritual e liturgia. Quando vamos pela primeira vez a um terreiro, o ideal é observar o comportamento dos demais por respeito à casa que se visita.    Bater cabeça, portanto, significa saudar, reverenciar, respeitar, entregar-se ao sagrado, amor, devoção e religiosidade. Médium de Umbanda bate cabeça porque se entrega ao trabalho com fé, confiança na espiritualidade e nos guias que o assistem. Batemos cabeça onde sentimos confiança, mas acima de tudo para nossa mãe Umbanda que mesmo diversa, é uma só energia O gesto é muitas vezes intuitivo porque sabemos, dentro de nós, o que significa reverenciar e se doar à uma religião que amamos. Explicações, às vezes, são desnecessárias e não atingem a profundidade do sentimento que o gesto proporciona.   Bater cabeça também é um gesto de humildade, se feito de coração,
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  Oferendas Básicas Umbandistas  por Rubens Saraceni  Atenção : As oferendas abaixo descritas, tem por base a doutrina de Umbanda Sagrada de Rubens Saraceni. Existem outras formas, elementos e cada um segue segundo o que mais lhe agrade à consciência e ao coração. De qualquer forma conhecer é sempre bom porque amplia nossos horizontes e reforça dentro de nós a necessidade de nos respeitarmos uns aos outros.  Respeitar a fé do outro é fundamental. Anna Pon   Oferenda ao Orixá Oxalá   • Toalha ou pano de cor branca;  • velas brancas;  • frutas brancas (melão, goiaba etc.);  • vinho branco doce ou suave;  • flores brancas (todas);  • fitas brancas;  • linhas brancas;  • comidas brancas (canjica, arroz doce, coalhada adocicada etc.);  • pães;  • mel;  • farinha de trigo (para circular e fechar por fora as oferendas);  • coco seco e sua água colocada em copos;  • coco verde com uma tampa cortada e um pouco de mel derramado dentro da sua água;  • água em cálices ou copos;  • pedras de crista

Simplificando a teoria sobre Orixá Ancestral, de frente e ajunto

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Simplificando a teoria sobre Orixá Ancestral, de frente e ajunto ORIXÁ ANCESTRAL Assim que uma pessoa conhece a Umbanda e pela religião se interessa, a primeira coisa que aguça sua curiosidade é sobre seu Orixá. Mais curiosa ainda fica quando descobre que o Orixá ancestral (também conhecido como Orixá de nascimento) não é o mesmo que o de cabeça e ajunto, complica um pouco, é natural. Orixá ancestral é aquele que nos "recebeu" ou magnetizou no momento que fomos criados por Deus. Tem a ver com a nossa natureza íntima que jamais se modifica e que foi determinada pelo Criador, ou seja, se essencialmente fomos criados para sermos amorosos, foi Oxum que nos recebeu, portanto ela seria nossa Orixá ancestral e assim por diante. O Orixá ancestral sempre nos guiará. P odemos reencarnar muitas vezes, e sob as mais diversas irradiações, mas nunca mudará nossa natureza íntima, nossa  essência  concedida, por herança, pelo Orixá ancestral, será sempre a mesma. ORIXÁ DE FRENTE A cada encar

Glândula Pineal

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  Glândula Pineal  Glândula Pineal  Autor desconhecido   Publicado no JUS de Agosto de 2003    Tão pequena quanto uma ervilha e na forma de pinha – daí o seu nome – a glândula pineal é considerada como um terceiro olho, pois tem a mesma estrutura básica de nossos órgãos visuais.  Acreditava-se, até há pouco, que era um órgão atrofiado, um olho não desenvolvido, de funções indefinidas. Mesmo assim, despertou o interesse dos cientistas, que descobriram funções relacionadas à física e aos fenômenos paranormais.     Antena Parabólica    Constataram que, como uma antena, a pineal, também chamada de epífise, é capaz de captar radiações eletromagnéticas da lua – que regula ciclos menstruais, por exemplo – as radiações eletromagnéticas vindas do sol e ainda despertar a produção de certas substâncias neurotransmissoras, que estimulam a atividade física e mental.  Também é a glândula pineal que ativa a produção de hormônios sexuais no início da puberdade, iniciando-se assim o ciclo da reprodução

As Cores dos Orixás

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    As Cores dos Orixás  por Rubens Saraceni    Comentar sobre as cores dos Orixás é o mesmo que tentar equilibrar-se e manter-se ereto na crista de uma onda, ou parar todos os movimentos no meio de um ciclone, pois nenhum Orixá tem uma única cor.   Isto tudo é apenas fruto da tentativa de individualizar o geral e generalizar o individual.  Como dar cor a uma energia?  Desde Oxalá, no extremo positivo, até Omulu, no extremo negativo, todos trazem em si tantas cores que, por não serem visíveis aos olhos humanos e serem ainda desconhecidas, é-nos impossível comentá-las.  Afinal todo Orixá é um mistério em si mesmo, e, por ser um mistério, por sua própria essência divina, assume a cor que lhe atribuem, além de todas as outras, pois um mistério é a Manifestação Divina do Divino Criador, tornada visível aos olhos humanos, os quais, por mais que estudem, jamais serão capazes de penetrar no interior para desvendá-lo.   Em verdade, um Orixá irradia todas as cores, pois irradia em todas as sete