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Mostrando postagens de Julho, 2014

Nariz empinado

É, de fato, muito interessante, cruzar na rua com alguém que se mostra, em algumas circunstâncias, espiritualizado,  e quando te vê, não te enxerga, passando batido como quem passa por mais uma vitrine sem graça. Deve ser porque o ser, em questão, seja um mero buscador da condição que espiritualiza o ser humano. Deve ser, mas acho até engraçado porque a pessoa faz um esforço tremendo para fazer de conta que não te viu, porém, a gente sabe que viu. Chega a ser cômica a situação. A pessoa, nessas horas, empina tanto o nariz como fosse superior em busca do melhor ar, aquele só a ela, ser especial como se sente, reservado. É muito engraçado! A gente pensa, nesses momentos: - Nossa! Que pessoa metida a besta, fingiu que nem me viu, credo! Também grande coisa, que se... Realmente, se não pensamos exatamente assim, é claro que pensamos alguma coisa e, esse nosso pensar, pode trazer consigo, um súbito mal estar causado pela indiferença do outro que, apesar de nos ter visto, fingiu que não viu e fi…

A Filha de Olorum por Fernando Sepe

Olá!
Sinceramente gostei muito do texto abaixo! É mais uma das tantas pérolas que tenho recolhido em meu aprendizado no abençoado curso de Teologia de Umbanda Sagrada ministrado por Alexandre Cumino.
Apreciem sem moderação!
Annapon

A Filha de Olorum por Fernando Sepe
E sua majestosa voz ecoou pelo alto, pelo embaixo, pela esquerda e a direita, pelo a frente e o atrás, pelo envolta. Por determinação do pai - mãe de Todos, uma nova religião nasceria sob solo brasileiro. Era sua filha mais nova, a Umbanda.
E um verdadeiro rebuliço começou no Orum, pois logo o mais respeitado dos Orixás se ergueu de seu Trono e disse que ele seria o responsável e sustentador maior da religião. Oxalá abençoava o nascer da mais nova filha de Olorum, e a assumia dos Seus Divinos Braços. Nela a espiritualidade e a fé estariam presentes, como aceleradora da evolução de todos. Não existiriam dogmas, e apenas um grande fundamento: Amor e Caridade.
E logo começaram a chegar os Orixás, todos também abençoando e apadrinhan…

A melhor Umbanda

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Quem pode dizer qual é a melhor forma de praticar a Umbanda?

Quem pode dizer que o terreiro que frequenta pratica a verdadeira Umbanda e que nele a Umbanda é Branca ou é a Umbanda do Bem ou ainda a verdadeira Umbanda?

Casos a parte existem nos quais o nome da Umbanda serve de faxada para praticas menos dignas. Sabemos disso e lamentamos, porém falo de Umbanda e não de pseudo Umbanda e espero que em breve todos possam conhecer a Umbanda para não confundi-la ou mescla-la à outras religiões como o Candomblé, por exemplo.

Voltando ao tema: " A melhor Umbanda", penso seja infantil pensar que o terreiro que frequentamos é o melhor e os outros apenas outros.

Sempre compreendi a Umbanda como única, mas praticada de diferentes formas conforme instruções da espiritualidade, necessidade de seus dirigentes ou ainda público ao qual se destina cada núcleo.

Por ser abrangente, a Umbanda reúne em si, em seu todo Maior, diferenças de casa para casa justamente, penso eu, por ter uma visão muito ma…

Origem Indígena da Umbanda - Catimbó - Jurema - Toré

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Origem Indígena da Umbanda
por Alexandre Cumino

De sua raiz indígena a Umbanda recebe o amor à natureza e a influência do xamanismo caboclo e pajelança, bem como o uso do fumo, que é considerado erva sagrada para os índios. Um culto irmão da Umbanda, o Catimbó, Jurema ou Linha dos Mestres da Jurema, também realiza trabalhos com entidades espirituais de forma muito parecida com esta, sob influência direta do Toré, que é uma prática essencialmente indígena.

 A Umbanda e o Catimbó trabalham com algumas entidades em comum como, por exemplo, Caboclo Tupinambá na Umbanda e Mestre Tupinambá no Catimbó, Caboclo Tupã e Mestre Tupã, Caboclo Gira-mundo e Mestre Gira Mundo, Pai Joaquim e Mestre Joaquim, e o tão conhecido Mestre Zé Pelintra, juremeiro muito presente na Umbanda.

 Alguns chegam a dizer que a Jurema é “Mãe da Umbanda”, de tanto que teria colaborado com esta. O Toré e a Jurema são vivos ainda hoje nas tribos Kariri – Chocó, considerados os guardiões da Jurema. Em conversa com um amigo des…