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Mostrando postagens de Junho, 2022

O Orí

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  O  Orí  Textos variados sobre o tema escritos por sacerdotes. Uma das divindades mais importantes na compreensão do Culto Yorubá é o Orí. Na Umbanda podemos compreende-lo como essência, a nossa essência ou espirito imortal com todos os registros vividos pela alma em suas sucessivas encarnações. Para algumas sociedades africanas, Orí, ou alma/espirito/essência do ser, é "adorado" como a central da personalidade e do destino das pessoas. Sede onde estão as ideias, opiniões, emoções e sorte sendo sua fonte Deus que é chamado de o Grande Orí. Na percepção Umbandista se dá o mesmo, apenas mudamos as palavras e formas de compreender, porém, cremos nas mesmas teorias, ou seja, fomos criados à imagem e semelhança de Deus de onde se origina todo ser humano. O Orí está dividido em Orí Inú que é a Cabeça Interna ou Destino e Orí Òdé que é a Cabeça Física. ORÍ ÒDÉ – a cabeça externa caracteriza-se pela cabeça física (crânio, cérebro, sistema nervoso central, olhos, ouvidos, etc.) e tam

O sincretismo de São João com Xangô

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O sincretismo de São João com Xangô: São João Batista nasceu no dia 24 de Junho. Era filho de Zacarias e Isabel, e primo de Jesus Cristo. Nasceu com a missão de preparar o caminho para a chegada do Messias. Por esse motivo, a imagem de São João Batista é geralmente apresentada como um menino com um carneirinho no colo, pois foi ele, segundo a Bíblia, que anunciou a chegada do cordeiro de Deus, o Cristo Jesus. Diz a história bíblica, que na antiga Judéia, as primas Isabel e Maria, mãe de Jesus, estavam grávidas. Como moravam distantes, elas combinaram que a primeira a ganhar bebê anunciaria a novidade acendendo uma fogueira em frente à própria casa. Santa Isabel cumpriu a promessa quando do nascimento de seu filho, João Batista. É considerado o último dos profetas, e o primeiro apóstolo. Os evangelhos dizem que, ainda no ventre de sua mãe, João percebe a presença do Messias, "estremecendo de alegria" na presença de Maria, quando esta ia visitar a prima Isabel. O evangelho de S

Amaci na Umbanda

 

Mediunidade na Bíblia

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Mediunidade na Bíblia  Realizada pelo site www.irc-espiritismo.org.br  Notas: (Extraído da Revista Cristã de Espiritismo nº 29, páginas 12-17)  Fonte: www.ippb.com.br  Mesmo proibida, pois geralmente era praticada com fins inferiores, a comunicação mediúnica é um fato bíblico.  Dentre vários outros, a comunicação com os chamados “mortos” é um dos princípios básicos do espiritismo, inclusive, podemos dizer que é um dos fundamentais, pois foi de onde surgiu todo o seu arcabouço doutrinário.  Na conclusão de "O Livro dos Espíritos", Kardec argumenta que:  “Esses fenômenos... não são mais sobrenaturais que todos os fenômenos aos quais a Ciência hoje dá a solução, e que pareceram maravilhosos numa outra época. Todos os fenômenos espíritas, sem exceção, são a consequência de leis gerais e nos revelam um dos poderes da Natureza, poder desconhecido, ou dizendo melhor, incompreendido até aqui, mas que a observação demonstra estar na ordem das coisas”.  Essa abordagem de Kardec é neces

O desenvolvimento da mediunidade na Umbanda

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  O desenvolvimento da mediunidade na Umbanda O ritual estabelecido pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas era bem simples, com cânticos baixos e harmoniosos, vestimenta branca, proibição de sacrifícios de animais. Dispensou os atabaques e as palmas. Capacetes, espadas, cocares, vestimentas de cor, rendas e lamês não seriam aceitos. As guias usadas são apenas as que determinam a entidade que se manifesta. Os banhos de ervas, os amacis, a concentração nos ambientes vibratórios da natureza, a par do ensinamento doutrinário, na base do Evangelho, constituiriam os principais elementos de preparação do médium.  O ritual sempre foi simples. Nunca foi permitido sacrifícios de animais. Não utilizavam atabaques ou qualquer outros objetos e adereços. Os atabaques começaram a ser usados com o passar do tempo por algumas das Tendas fundadas pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas, mas a Tenda Nossa Senhora da Piedade não utiliza em seu ritual até hoje.  Já li comentários sobre pai Zélio sem cabimento, ge